GINECOLOGIA AVANÇADA • MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS

Conhecimento profundo.Cuidado preciso.

Um centro digital de referência para compreender, diagnosticar e tratar miomas uterinos e endometriose — com informação confiável para pacientes, médicos e estudantes.

500estudos no projeto editorial10 anosde evidências científicas12+diretrizes internacionais
Ilustração médica do útero com miomas e endometrioseEndometriose profundaPreservação uterina

UM PORTAL PARA DECISÕES MAIS BEM INFORMADAS

Do sintoma à melhor estratégia de tratamento

Conteúdo elaborado com rigor científico, linguagem clara e visão integrada. Cada jornada conecta sintomas, exames, opções terapêuticas e evidências.

01

Miomas uterinos

Formação, sintomas, classificação FIGO, anemia, fertilidade e tratamentos.

02

Endometriose

Suspeita, imagem, doença profunda, dor, infertilidade e cirurgia.

03

Diagnóstico por imagem

Ultrassonografia especializada, ressonância e mapeamento.

04

Cirurgia avançada

Histeroscopia, laparoscopia, robótica e preservação uterina.

GUIA COMPLETO DE MIOMAS

Miomas uterinos:
da identificação à preservação uterina

Miomas são tumores benignos formados pelo músculo do útero. Muitas mulheres não apresentam sintomas; quando existem, a conduta deve considerar intensidade das queixas, anemia, localização dos nódulos, idade e desejo de engravidar.

ImportanteTer miomas não significa automaticamente precisar de cirurgia ou retirar o útero.
01

Sintomas e impacto

Sangramento menstrual intenso, anemia, pressão pélvica, aumento abdominal, dor e sintomas urinários ou intestinais.

02

Tipos e localização

Miomas submucosos, intramurais, subserosos e cervicais; classificação FIGO e relação com cavidade e serosa uterina.

03

Diagnóstico

Avaliação clínica, ultrassonografia transvaginal, histerossonografia, histeroscopia e ressonância em casos selecionados.

04

Tratamento individualizado

Observação, controle do sangramento, terapias hormonais, antagonistas de GnRH, miomectomia, embolização e outras alternativas.

05

Fertilidade e gestação

Impacto conforme número, tamanho e localização; planejamento reprodutivo e preservação do útero sempre que indicado.

06

Quando operar

Sintomas relevantes, anemia recorrente, compressão de órgãos, infertilidade associada ou crescimento que exige investigação.

GUIA COMPLETO DE ENDOMETRIOSE

Endometriose:
diagnóstico preciso, cuidado integral

É uma doença inflamatória crônica em que tecido semelhante ao endométrio se desenvolve fora do útero. A intensidade da dor nem sempre acompanha a extensão das lesões, e uma avaliação especializada pode reduzir o atraso diagnóstico.

Sinal de alertaDor menstrual que limita escola, trabalho, atividade física ou vida sexual não deve ser normalizada.
01

Sintomas que merecem atenção

Cólica incapacitante, dor na relação, dor ao evacuar ou urinar no período menstrual, fadiga, distensão e infertilidade.

02

Formas da doença

Endometriose superficial, ovariana, profunda, intestinal, urinária, diafragmática, torácica e de cicatriz; associação com adenomiose.

03

Diagnóstico e mapeamento

História clínica detalhada, exame ginecológico, ultrassonografia especializada e ressonância magnética orientam a extensão da doença.

04

Tratamento clínico

Contraceptivos contínuos, progestagênios, DIU hormonal, moduladores do eixo GnRH, analgesia e cuidado multiprofissional.

05

Cirurgia especializada

Indicada de forma seletiva para dor persistente, comprometimento de órgãos, endometriomas e situações reprodutivas específicas.

06

Dor e qualidade de vida

Fisioterapia pélvica, medicina da dor, nutrição, saúde emocional e sono podem integrar o plano terapêutico.

DECISÃO COMPARTILHADA

Não existe um único tratamento ideal para todas.

1

Definir o objetivo

Controlar dor ou sangramento, corrigir anemia, preservar fertilidade, planejar gestação ou tratar comprometimento de órgãos.

2

Mapear a doença

Combinar sintomas, exame, imagem e histórico para compreender localização, extensão e impacto clínico.

3

Comparar alternativas

Discutir benefícios, limitações, riscos, recuperação e possibilidade de recorrência de cada opção.

4

Reavaliar resultados

Acompanhar sintomas, qualidade de vida, hemograma, fertilidade e resposta ao tratamento ao longo do tempo.

INSTITUTO DE GINECOLOGIA AVANÇADA

Uma biblioteca clínica organizada por centros de excelência

Conteúdo para orientar conversas mais qualificadas — sem transformar informação geral em diagnóstico ou prescrição. Abra cada centro e percorra da compreensão da doença ao planejamento terapêutico.

Endometriose ↓Miomas uterinos ↓Cirurgia complexa ↓Cirurgia robótica ↓Patologias uterinas ↓Dr. Rogério ↓

A • CENTRO DE ENDOMETRIOSE

Endometriose: manifestações, diagnóstico e cuidado ao longo da vida

A doença é heterogênea. Sintomas, órgãos envolvidos, fertilidade, idade, tratamentos prévios e prioridades pessoais devem orientar uma decisão compartilhada.

01

Superficial, profunda e multivisceral

A forma superficial compromete sobretudo o peritônio; a profunda infiltra tecidos abaixo da superfície e pode atingir ligamentos, vagina, intestino, bexiga, ureteres e espaços laterais da pelve. O tamanho das lesões não prediz sozinho a intensidade da dor: localização, inflamação, aderências, sensibilização do sistema nervoso e condições associadas também importam.

02

Ovariana, intestinal e urinária

Endometriomas são cistos ovarianos relacionados à endometriose e exigem avaliação da reserva ovariana antes de uma eventual cirurgia. Lesões intestinais podem causar dor evacuatória, constipação, diarreia ou sangramento cíclico; as urinárias podem produzir dor ao urinar, sangue na urina ou obstrução silenciosa do ureter. O mapeamento define profundidade, extensão e necessidade de equipe multidisciplinar.

03

Diafragmática, torácica e parede abdominal

Dor no ombro ou tórax relacionada ao ciclo, falta de ar ou pneumotórax recorrente exigem investigação especializada e, quando necessário, integração com cirurgia torácica. Na parede abdominal, nódulo doloroso em cicatriz — frequentemente após cesárea — pode aumentar ou sangrar no período menstrual. São apresentações menos comuns, mas clinicamente relevantes.

04

Nervos pélvicos e dor neuropática

O envolvimento de plexos e nervos pélvicos pode gerar dor em choque ou queimação, alteração de sensibilidade, fraqueza, ciatalgia cíclica e disfunções urinária, intestinal ou sexual. A avaliação deve combinar exame neurológico direcionado, imagem interpretada por equipe experiente e planejamento que priorize preservação funcional.

05

Dismenorreia, dor pélvica e relação sexual

Cólica incapacitante, dor profunda na relação, dor ao evacuar, ao urinar ou dor pélvica persistente não devem ser normalizadas. A abordagem pode associar supressão hormonal, analgesia racional, fisioterapia do assoalho pélvico, manejo do sono e saúde emocional; cirurgia não é obrigatória para confirmar todos os casos.

06

Adolescência, após os 40 e menopausa

Na adolescência, faltas escolares, sintomas gastrointestinais cíclicos e dor resistente ao tratamento merecem investigação precoce. Após os 40 anos, o plano deve considerar reserva ovariana, adenomiose, miomas e objetivos de vida. A endometriose pode persistir depois da menopausa; massa ou dor nova exige avaliação cuidadosa e exclusão de outras causas.

07

Infertilidade e preservação da fertilidade

A decisão entre tentativa espontânea, cirurgia e reprodução assistida depende de idade, tempo de infertilidade, reserva ovariana, anatomia tubária, espermograma, dor e cirurgias prévias. Congelamento de óvulos pode ser discutido em situações selecionadas, especialmente antes de cirurgias ovarianas repetidas ou diante de comprometimento bilateral.

08

Ultrassom, ressonância e classificações

Ultrassonografia transvaginal especializada e ressonância magnética são complementares no mapeamento; exame normal não exclui doença superficial. A rASRM descreve extensão anatômica e aderências, mas correlaciona-se pouco com dor. A classificação Enzian detalha melhor endometriose profunda e compartimentos extragenitais.

09

Medicamentos, cirurgia e recidiva

Contraceptivos combinados, progestagênios, sistema intrauterino com levonorgestrel e moduladores de GnRH podem reduzir sintomas; escolha e contraindicações devem ser individualizadas. Cirurgia é considerada diante de sintomas persistentes, comprometimento de órgãos ou objetivos reprodutivos específicos. Recidiva de sintomas ou lesões pode ocorrer, tornando acompanhamento e estratégia pós-operatória essenciais.

B • CENTRO DE MIOMAS UTERINOS

Miomas: classificação precisa e escolhas que respeitam o projeto de vida

Nem todo mioma precisa de tratamento. Quando há sintomas ou impacto reprodutivo, é essencial localizar cada nódulo, medir repercussões e comparar alternativas.

01

Formação, crescimento e FIGO

Miomas são tumores benignos monoclonais do músculo uterino, influenciados por hormônios, genética e matriz extracelular. A classificação FIGO localiza cada nódulo de 0 a 8 conforme sua relação com endométrio e serosa; lesões híbridas recebem dois números. Localização é frequentemente mais importante que diâmetro para sintomas e fertilidade.

02

Submucosos, intramurais e subserosos

Submucosos projetam-se para a cavidade e têm forte associação com sangramento; intramurais crescem na parede e podem distorcer cavidade ou contorno; subserosos avançam para a superfície externa e tendem a provocar pressão quando volumosos. Miomas cervicais, intraligamentares ou muito numerosos exigem planejamento adicional.

03

Sangramento, anemia e compressão

Fluxo intenso ou prolongado pode causar deficiência de ferro, cansaço, falta de ar e queda de desempenho. Úteros aumentados podem provocar peso pélvico, distensão abdominal, constipação, frequência urinária ou compressão ureteral. Hemograma e ferritina ajudam a dimensionar repercussão e preparar o tratamento.

04

Infertilidade e gestação

O efeito reprodutivo varia com localização, distorção da cavidade e outros fatores do casal. Na gestação, a maioria evolui sem eventos graves, mas há associação variável com dor por degeneração, apresentação fetal anômala, prematuridade e hemorragia. A decisão de tratar antes de engravidar deve ser individualizada.

05

Ultrassom, ressonância e histeroscopia

Ultrassom é a primeira linha e deve informar número, medidas e localização FIGO. Ressonância auxilia em úteros volumosos, múltiplos nódulos, adenomiose, dúvida diagnóstica e planejamento de procedimentos. Histeroscopia visualiza a cavidade e pode diagnosticar e tratar miomas submucosos selecionados.

06

Medicamentos e controle da anemia

Ácido tranexâmico, anti-inflamatórios, contraceptivos, progestagênios, DIU hormonal e moduladores de GnRH podem reduzir sangramento ou volume em contextos específicos. A escolha considera risco trombótico, distorção da cavidade, proximidade da menopausa, desejo gestacional e duração segura. Ferro oral ou venoso pode ser necessário.

07

Miomectomia e preservação uterina

Miomectomia remove nódulos e reconstrói o útero por via histeroscópica, laparoscópica, robótica ou aberta. Via de acesso depende de FIGO, tamanho, número, profundidade e experiência da equipe. Preservar o útero não elimina a possibilidade de novos miomas, aderências ou necessidade futura de outro tratamento.

08

Embolização, radiofrequência e HIFU

Embolização reduz o aporte sanguíneo dos miomas; ablação por radiofrequência e ultrassom focalizado de alta intensidade tratam tecidos selecionados sem excisão convencional. Elegibilidade, acesso, resultados reprodutivos, reintervenção e disponibilidade variam. O desejo de gestação futura precisa fazer parte da decisão.

09

Histerectomia, sarcoma e recorrência

Histerectomia é tratamento definitivo quando preservação uterina não é desejada ou outras opções são inadequadas. Leiomiossarcoma é raro e não pode ser excluído com certeza apenas por velocidade de crescimento; idade, menopausa, imagem e contexto clínico orientam risco. Crescimento isolado não transforma um mioma benigno em câncer.

C • CIRURGIA GINECOLÓGICA DE ALTA COMPLEXIDADE

Complexidade exige preparação, equipe e estratégia

O objetivo é tratar a doença com segurança, proteger funções e antecipar dificuldades — não apenas escolher uma via de acesso.

01

Planejamento e anatomia cirúrgica

Cirurgias complexas começam antes do centro cirúrgico: revisão de imagens, hemograma, reserva de sangue quando indicada, avaliação anestésica e antecipação de variantes anatômicas. Ureteres, vasos ilíacos, plexos nervosos, intestino, bexiga e espaços retroperitoneais devem ser reconhecidos e protegidos.

02

Aderências e múltiplas operações

Operações prévias podem apagar planos anatômicos e elevar risco de lesão visceral, sangramento ou conversão da via. Estratégia de entrada, acesso retroperitoneal, dissecção delicada e disponibilidade de especialistas reduzem improvisação. A conversão para cirurgia aberta, quando necessária, é decisão de segurança — não fracasso.

03

Grandes úteros e doença multivisceral

Miomas volumosos e endometriose envolvendo intestino ou trato urinário exigem correlação entre sintomas, imagem e objetivos. O plano pode incluir urologista, cirurgião do aparelho digestivo e outras especialidades. Extensão radical de toda lesão nem sempre produz o melhor equilíbrio entre benefício e função.

04

Preservação e reconstrução

Preservar ureteres, nervos, ovários e útero requer identificar estruturas antes da ressecção e reconstruir órgãos com técnica apropriada. Hemostasia, sutura uterina em camadas e avaliação da perfusão são componentes centrais. A prioridade é resultado clínico seguro, e não apenas pequenas incisões.

05

ERAS, prevenção e recuperação

Protocolos de recuperação otimizada combinam educação, correção de anemia, jejum abreviado quando seguro, prevenção de trombose e infecção, analgesia multimodal, mobilização e alimentação precoces. As medidas são adaptadas à operação e à paciente; sinais de alerta e plano de contato devem ser fornecidos na alta.

D • CENTRO DE CIRURGIA ROBÓTICA

Tecnologia a serviço da técnica — com benefícios e limites claros

A plataforma robótica é uma ferramenta. Sua indicação deve ser comparada com laparoscopia, histeroscopia e cirurgia aberta sem promessas de superioridade universal.

01

Como funciona

A plataforma traduz os movimentos do cirurgião em instrumentos articulados dentro do corpo e oferece visão ampliada tridimensional. O robô não opera sozinho, não decide e não substitui a equipe. Cirurgião, assistente, anestesia e enfermagem continuam responsáveis por planejamento e execução.

02

Indicações e limitações

Pode ser considerada em dissecções profundas, suturas complexas, miomectomias e histerectomias selecionadas. Tempo de montagem, custo, disponibilidade, ausência de tato direto e necessidade de treinamento são limitações. Anatomia, porte da doença e experiência local pesam mais que a tecnologia isoladamente.

03

Endometriose, miomectomia e histerectomia

Articulação e visão podem facilitar acesso a espaços confinados e reconstrução, mas não tornam todo caso elegível nem garantem melhor resultado. Em miomectomia, número, tamanho e localização dos nódulos definem viabilidade. Na endometriose, radicalidade deve ser equilibrada com preservação funcional.

04

Robótica versus laparoscopia

As duas são vias minimamente invasivas. Em muitos cenários, estudos mostram resultados clínicos semelhantes, enquanto robótica pode aumentar custo e, em alguns serviços, tempo operatório. A melhor via é aquela que oferece execução segura para aquele caso pela equipe disponível — a robótica não é superior em todas as situações.

05

Segurança, curva de aprendizado e seleção

Resultados dependem de treinamento estruturado, volume, protocolos de emergência e capacidade de conversão. Complicações possíveis incluem sangramento, infecção, trombose e lesões urinária, intestinal ou vascular. Seleção transparente deve discutir alternativas, experiência do serviço, custos e expectativas realistas.

E • SAÚDE DA MULHER E PATOLOGIAS UTERINAS

Foco em Ginecologia Avançada e condições relacionadas

O portal amplia o cuidado para doenças que frequentemente coexistem com miomas, endometriose, dor pélvica e infertilidade.

01

Adenomiose e sangramento anormal

Adenomiose ocorre quando tecido semelhante ao endométrio está no miométrio e pode causar cólica, fluxo intenso e aumento uterino. Pólipos, disfunção ovulatória, alterações endometriais e medicamentos também entram no diagnóstico do sangramento anormal. O sistema FIGO PALM–COEIN organiza causas estruturais e não estruturais.

02

Cistos ovarianos e alterações menstruais

Muitos cistos são funcionais e desaparecem espontaneamente; persistência, complexidade, tamanho, sintomas, idade e marcadores selecionados orientam conduta. Alterações menstruais exigem avaliação de gravidez, anemia, tireoide, ovulação, medicamentos e causas uterinas antes de qualquer tratamento.

03

Dor crônica, aderências e fertilidade

Dor pélvica crônica pode reunir componentes ginecológicos, musculoesqueléticos, gastrointestinais, urinários e neuropáticos. Aderências nem sempre explicam a dor e nova cirurgia pode gerar novas aderências. Fertilidade deve ser avaliada como projeto do casal ou da pessoa, não apenas como consequência de um exame.

04

Histeroscopia e planejamento

Histeroscopia examina a cavidade uterina e pode tratar pólipos, septos e miomas submucosos selecionados. Planejamento cirúrgico inclui indicação clara, alternativas, controle da dor, risco de absorção de líquidos, estratégia para reduzir complicações e instruções de recuperação.

RECOMENDAÇÕES PARA MÉDICOS

Da suspeita ao encaminhamento

Documente padrão temporal dos sintomas, impacto funcional, tratamentos prévios e objetivos reprodutivos. Em endometriose profunda, hidronefrose, sintomas torácicos cíclicos, déficit neurológico, anemia importante, massas atípicas ou cirurgia de alta complexidade, antecipe encaminhamento e discussão multidisciplinar.

F • FORMAÇÃO E AUTORIDADE

Dr. Rogério Tadeu Felizi

Ginecologista com atuação em cirurgia minimamente invasiva, robótica e casos complexos, orientada por planejamento individualizado, decisão compartilhada e preservação funcional sempre que clinicamente apropriada.

Formação e títulos

Mestre em Ciências da Saúde. CRM 109778 • RQE em Ginecologia e Obstetrícia 108856 • TEGO 0471/2006 • habilitação SOBRACIL e certificação em cirurgia robótica.

Liderança assistencial

Head da Ginecologia e coordenador do Centro de Endometriose e Patologias Uterinas do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, com atuação também no Hospital Brasil.

Ensino e equipe

Formação de profissionais, participação científica e construção de linhas de cuidado com integração entre ginecologia, imagem, reprodução, dor, urologia e cirurgia digestiva.

Filosofia de atendimento

Escuta cuidadosa, explicação transparente das alternativas e escolha proporcional à doença, aos sintomas e ao projeto reprodutivo de cada paciente.

REFERÊNCIAS MÉDICAS ESSENCIAIS

Fontes que sustentam esta expansão

O conteúdo é educativo e foi estruturado a partir de diretrizes e consensos especializados. Recomendações podem mudar; a fonte original e o julgamento clínico devem prevalecer.

ESHRE Guideline: EndometriosisDiagnóstico, dor, adolescência, infertilidade, menopausa e recorrência↗ACOG — Diagnosis of Endometriosis (2026)Nova orientação clínica para reduzir atraso diagnóstico↗ACOG — Uterine FibroidsSintomas, diagnóstico e opções terapêuticas↗NICE NG73 — EndometriosisReconhecimento, diagnóstico e manejo↗ESGE/ESHRE/WES — Deep Endometriosis SurgeryRecomendações técnicas de cirurgia da doença profunda↗ERAS Society — GynaecologyDiretrizes perioperatórias e implementação↗

ATLAS VISUAL • PADRÃO EDITORIAL

Ilustração, exame real e imagem cirúrgica nunca serão confundidos

Ilustrações educativas

Anatomia, FIGO, localizações da endometriose, adenomiose, robótica e etapas gerais de cirurgia, sempre identificadas como representação.

Exames reais anonimizados

Ultrassonografia e ressonância somente com origem autorizada, remoção de dados pessoais, legenda, setas discretas, contexto clínico e aviso contra autodiagnóstico.

Imagens cirúrgicas autorizadas

Publicação educativa de achados e técnicas apenas após consentimento, anonimização e revisão médica, sem promessas de resultado ou conteúdo sensacionalista.

Nenhuma imagem, isoladamente, permite confirmar diagnóstico. Interpretação depende da história clínica, técnica do exame e avaliação especializada.

ATLAS VISUAL

Compreender também é visualizar

Ilustrações editoriais ajudam a reconhecer localizações, mecanismos e caminhos de tratamento sem substituir a avaliação médica individual.

Ilustração: Miomas submucosos
Miomas submucososSangramento e cavidade uterina
Ilustração: Miomas intramurais
Miomas intramuraisParede uterina e fertilidade
Ilustração: Endometriose profunda
Endometriose profundaMapeamento dos compartimentos pélvicos
Ilustração: Endometrioma ovariano
Endometrioma ovarianoPreservação ovariana
Ilustração: Adenomiose
AdenomioseInterface entre endométrio e miométrio
Ilustração: Cirurgia minimamente invasiva
Cirurgia minimamente invasivaPlanejamento e precisão

IMAGEM E ANATOMIA

Diagnóstico visual, conhecimento aprofundado

Uma seleção ilustrativa dedicada aos principais exames e aspectos anatômicos relacionados aos miomas uterinos e à endometriose.

Imagem ilustrativa de ultrassonografia com mioma uterino
UltrassonografiaImagem educativa ilustrativa de mioma intramural
Imagem ilustrativa de ressonância magnética pélvica com miomas
Ressonância magnéticaImagem educativa — não corresponde a exame real
Ilustração anatômica de miomas uterinos e endometriose
Miomas uterinosLocalizações submucosa, intramural e subserosa
Ilustração editorial de endometriose
EndometrioseRepresentação editorial da doença e do cuidado especializado
Dr. Rogério Tadeu FeliziCRM 109778
TEGO • SOBRACIL

REFERÊNCIA MÉDICA

Dr. RogérioTadeu Felizi

Ginecologista • Mestre em Ciências da Saúde
Cirurgia minimamente invasiva e robótica

Atuação dedicada ao diagnóstico e tratamento de alta complexidade da endometriose e dos miomas uterinos, com planejamento individualizado e foco na qualidade de vida e nos projetos reprodutivos.

  • Head da Ginecologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz
  • Coordenador do Centro de Endometriose e Patologias Uterinas
  • Experiência em videolaparoscopia, histeroscopia e cirurgia robótica
Agendar avaliação

BIBLIOTECA CIENTÍFICA

Evidências para aprofundar a prática e a pesquisa

Curadoria dos estudos mais relevantes da última década, com resumo, conclusão e acesso à fonte original. A coleção integral de 500 estudos será publicada em etapas, após conferência bibliográfica individual.

Ilustração de biblioteca científica em ginecologia
Pesquisa viva e organizada

Do conhecimento básico às decisões clínicas complexas.

Endometriose2025Revisão

Advances in endometriosis diagnosis and individualized care

Mecanismos da doença, diagnóstico por imagem e tratamento centrado nos objetivos da paciente.

Conclusão principalSintomas, anatomia, fertilidade e preferências devem orientar a decisão terapêutica.
Acessar fonte original ↗
Miomas2024Revisão

Uterine fibroids: current concepts and treatment pathways

Biologia dos leiomiomas, sangramento uterino anormal, fertilidade e alternativas conservadoras.

Conclusão principalTamanho, localização, sintomas e desejo reprodutivo orientam a escolha terapêutica.
Acessar fonte original ↗
Endometriose2024Consenso

Deep endometriosis: multidisciplinary surgical planning

Planejamento pré-operatório, mapeamento por imagem e atuação de equipes especializadas.

Conclusão principalCasos complexos se beneficiam de planejamento individualizado e equipe experiente.
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Miomas2023Estudo clínico

Medical therapy for fibroid-associated heavy menstrual bleeding

Controle do sangramento, correção da anemia e qualidade de vida com terapias modernas.

Conclusão principalO tratamento clínico pode reduzir sintomas e preparar pacientes selecionadas para cirurgia.
Acessar fonte original ↗
Endometriose2022Diretriz

ESHRE guideline: endometriosis

Diretriz internacional sobre diagnóstico, dor, infertilidade, adolescência, menopausa e recorrência.

Conclusão principalRecomenda decisão compartilhada e tratamento adaptado às prioridades da paciente.
Acessar fonte original ↗
Miomas2021Diretriz

Management of symptomatic uterine leiomyomas

Avaliação do sangramento, terapias clínicas, miomectomia e alternativas intervencionistas.

Conclusão principalPreservação uterina e desejo gestacional devem ser discutidos antes do tratamento.
Acessar fonte original ↗

DIRETRIZES MUNDIAIS

Recomendações das principais sociedades médicas

Leitura orientada das recomendações internacionais que sustentam decisões clínicas seguras e atualizadas.

01ESHREEndometriose

Acessar documento e recomendações oficiais

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02ACOGMiomas uterinos

Acessar documento e recomendações oficiais

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03NICEEndometriose

Acessar documento e recomendações oficiais

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04FIGOClassificação dos miomas

Acessar documento e recomendações oficiais

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05SOGCMiomas uterinos

Acessar documento e recomendações oficiais

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06ESGECirurgia ginecológica

Acessar documento e recomendações oficiais

↗

CONHECIMENTO PARA CADA JORNADA

Para pacientes.
Para médicos.
Para o futuro.

01

Sou paciente

Entenda sintomas, exames e tratamentos em linguagem clara e acolhedora.

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ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

Uma avaliação cuidadosa começa com uma boa escuta.

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São PauloClínica PinottiAv. Brasil, 622 • Jardim Paulista(11) 3055-4744
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